Secção de Escrita
& Leitura

Quem
somos

A SESLA foi fundada em 1997, com o importante legado cultural e académico de promover a cultura literária e escrita.

Workshops, clube do livro, exposições, leituras de poesia, música ao vivo, projeção de vídeo e arte — um espaço onde a palavra se encontra com todas as outras formas de expressão.

Somos um espaço de partilha e criação — onde a beleza se descobre, se amplia e se reinventa.

Formadibilia

Formadibilia — cartaz do evento

Uma celebração da beleza nas suas múltiplas escalas — do microscópico ao simbólico, da cor à palavra, da ciência à arte.

Inspirado pela fotomicrografia, exploramos a estética do invisível: formas, texturas e cores que habitam dimensões ocultas e revelam que o minúsculo pode ser grandioso.

Abertura — Vogais e cores

Leituras inspiradas na associação entre vogais e cores, com textos de Arthur Rimbaud, Alphonsus de Guimaraens, Charles Baudelaire, Yves Bonnefoy e João Damasceno.

Preto

Poemas e leituras sobre o imaginário do negro — Dinis Moura, Marin Sorescu, Júlio Pomar, Roberto Juarroz, Ruy Belo.

Verde

Natureza, memória e paisagem — música medieval de Dom Dinis e poemas de Paulo Leminski, Maria Velho da Costa, Herberto Helder, Elizabeth Bishop, Alexandre O'Neill.

Azul

Música de Brian Eno e leituras que exploram o imaginário do azul — Sylvia Plath, Constantine P. Cavafy, Manuel de Castro, excertos de Michel Pastoureau.

Outras cores

Secções em construção dedicadas ao branco, vermelho e amarelo — novos textos e leituras a acrescentar.

Formato

  • Leituras de poesia
  • Música ao vivo ou gravada
  • Projeção de vídeo / arte
  • Participação de autores e convidados

Somxs Todxs
Estrangeirxs

Open Call — Somos todxs estrangeirxs — silhuetas de tinta

Uma chamada de trabalhos artísticos e académicos que versem sobre o tema «Somxs Todxs Estrangeirxs».

Entende-se por «ser estrangeirx» um sentimento que vai além do simples transpor fronteiras — que pode ser expresso através da solidão, mesmo no seio de uma sociedade; sentimentos de estranhamento, inadaptação, inadequação e rejeição.

Um ser humano pode sentir-se estrangeiro mesmo na sua própria terra. A SESLA lança este desafio para além da comunidade académica e para além da fronteira. Todos podem participar, independentemente de idade, idioma ou nacionalidade.

Formatos aceites: Artigo, conto, crónica, poema, ensaio, crítica, obras visuais e outras formas artísticas.

Publicação: Revista em suporte físico, digital e online.

Envio de trabalhos: sesla.coimbra@gmail.com

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